O culto divinal se celebrava (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões O culto divinal se celebrava no templo donde toda a criatura louva o Feitor divino, que a feitura com…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões O culto divinal se celebrava no templo donde toda a criatura louva o Feitor divino, que a feitura com…
Sonetos de Luís Vaz de Camões O céu, a terra, o vento sossegado… As ondas, que se estendem pela areia… Os peixes, que no mar…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Num tão alto lugar, de tanto preço, este meu pensamento posto vejo, que desfalece nele inda o desejo, vendo…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Num jardim adornado de verdura, a que esmaltam por cima várias flores, entrou um dia a deusa dos amores,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Num bosque que das Ninfas se habitava Sílvia, Ninfa linda, andava um dia; subida nüa árvore sombria, as amarelas…
Sonetos de Luís Vaz de Camões No tempo que de Amor viver soía, nem sempre andava ao remo ferrolhado; antes agora livre, agora atado, em…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Não passes, caminhante! Quem me chama ? —üa memória nova e nunca ouvida, de um que trocou finita e…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Na metade do Céu subido ardia o claro, almo Pastor, quando deixavam o verde pasto as cabras, e buscavam…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Na desesperação já repousava o peito longamente magoado, e, com seu dano eterno concertado, já não temia, já não…