Grão tempo ha já que soube da Ventura (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Grão tempo há já que soube da Ventura a vida que me tinha destinada; que a longa experiência da…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões Grão tempo há já que soube da Ventura a vida que me tinha destinada; que a longa experiência da…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Fortuna em mim guardando seu direito em verde derrubou minha alegria. Oh! quanto se acabou naquele dia, cuja triste…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Foi já num tempo doce cousa amar, enquanto m’enganava a esperança; O coração, com esta confiança, todo se desfazia…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Fiou se o coração, de muito isento, de si cuidando mal, que tomaria tão ilícito amor tal ousadia, tal…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Fermosos olhos que na idade nossa mostrais do Céu certissimos sinais, se quereis conhecer quanto possais, olhai me a…
Sonetos de Luís Vaz de Camões O Ferido sem ter cura perecia o forte e duro Télefo temido, por aquele que n’água foi metido, a…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Eu vivia de lágrimas isento, num engano tão doce e deleitoso que em que outro amante fosse mais ditoso,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Eu cantei já, e agora vou chorando o tempo que cantei tão confiado; parece que no canto já passado…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Este amor que vos tenho, limpo e puro, de pensamento vil nunca tocado, em minha tenra idade começado, tê-lo…