Que modo tão sutil da natureza (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Que modo tão sutil da natureza, para fugir ao mundo, e seus enganos, permite que se esconda em tenros…
Início » Linguagens e Códigos » Página 117
Sonetos de Luís Vaz de Camões Que modo tão sutil da natureza, para fugir ao mundo, e seus enganos, permite que se esconda em tenros…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Que levas, cruel Morte?- Um claro dia. – A que horas o tomaste?- Amanhecendo. – Entendes o que levas?-…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quantas vezes do fuso s’esquecia Daliana, banhando o lindo seio, tantas vezes de um áspero receio salteado, Laurénio a…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quando, Senhora, quis Amor que amasse essa grã perfeição e gentileza, logo deu por sentença que a crueza em…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quando vejo que meu destino ordena que por me exprimentar de vós me aparte, deixando de meu bem tão…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quando se vir com água o fogo arder, e misturar co dia a noite escura, e a terra se…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quando o Sol encoberto vai mostrando ao mundo a luz quieta e duvidosa, ao longo de üa praia deleitosa,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quando cuido no tempo que, contente, vi as pérolas, neve, rosa e ouro, como quem vê por sonhos um…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quando a suprema dor muito me aperta, se digo que desejo esquecimento, é força que se faz ao pensamento,…