Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! (1685-1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! Quão asinha em meu dano vos mudastes! Passou o tempo que me descansastes,…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! Quão asinha em meu dano vos mudastes! Passou o tempo que me descansastes,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quem jaz no grão sepulcro, que descreve tão ilustres sinais no forte escudo? – Ninguém; que nisso, enfim, se…
Sonetos de Luís Vaz de Camões A Morte, que da vida o nó desata, os nós, que dá o Amor, cortar quisera na Ausência, que…
Luís Vaz de Camões A fermosura desta fresca serra E a sombra dos verdes castanheiros, O manso caminhar destes ribeiros, Donde toda a tristeza se…
I Tíbio o sol entre as nuvens do ocidente, Já lá se inclina ao mar. Grave e solene Vai a hora da tarde! O oeste…
Alexandre Herculano I Veia tranquila e pura De meu paterno rio, Dos campos, que ele rega, Mansíssimo armentio. Rocio matutino, Prados tão deleitosos, Vales, que…
A breve distância da vila de Barcelos, nas faldas do Franqueira, alveja ao longe um convento de Franciscanos. Aprazível é o sítio, sombreado de velhas…
Alexandre Herculano I Introdução A morte de Afonso VI, Rei de Leão e Castela, quase no fim da primeira década do século XII, deu origem…
1 Houve tempo em que a velha catedral conimbricense, hoje abandonada de seus bispos, era formosa; houve tempo em que essas pedras, ora tisnadas pelos…