Árvore, cujo pomo, belo e brando (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Arvore, cujo pomo, belo e brando, natureza de leite e sangue pinta, onde a pureza, de vergonha tinta, está…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões Arvore, cujo pomo, belo e brando, natureza de leite e sangue pinta, onde a pureza, de vergonha tinta, está…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem mo diria? Se porventura estarão…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aquela que, de pura castidade, de si mesma tomou cruel vingança por üa breve e súbita mudança, contrária a…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aquela fera humana que enriquece sua presuntuosa tirania destas minhas entranhas, onde cria Amor um mal que falta quando…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Apolo e as nove Musas, discantando com a dourada lira, me influíam na suave harmonia que faziam, quando tomei…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Apartava se Nise de Montano, em cuja alma partindo se ficava; que o pastor na memória a debuxava, por…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Amor, co a esperança já perdida, teu soberano templo visitei; por sinal do naufrágio que passei, em lugar dos…
Amor é um fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina…
Alegres campos, verdes arvoredos, Claras e frescas águas de cristal, Que em vós os debuxais ao natural, Discorrendo da altura dos rochedos; Silvestres montes, ásperos…