Ditoso seja aquele que somente (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Ditoso seja aquele que somente se queixa de amorosas esquivanças; pois por elas não perde as esperanças de poder…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Página 124
Sonetos de Luís Vaz de Camões Ditoso seja aquele que somente se queixa de amorosas esquivanças; pois por elas não perde as esperanças de poder…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Diana prateada, esclarecia com a luz que do claro Febo ardente, por ser de natureza transparente, em si, como…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Despois que viu Cibele o corpo humano do fermoso Átis seu verde pinheiro, em piedade o vão furar primeiro…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Despois que quis Amor que eu só passasse quanto mal já por muitos repartiu, entregou me à Fortuna, porque…
Sonetos de Luís Vaz de Camões À sepultura de D. Fernando de Castro Debaixo desta pedra está metido, das sanguinosas armas descansado, o capitão ilustre,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De vós me aparto, ó vida! Em tal mudança, sinto vivo da morte o sentimento. Não sei para que…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cousas altas…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De tão divino acento e voz humana, de tão doces palavras peregrinas, bem sei que minhas obras não são…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Dai me üa lei, Senhora, de querer vos, que a guarde, sô pena de enojar vos; que a fé…