Chorai, Ninfas, os fados poderosos (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Chorai, Ninfas, os fados poderosos daquela soberana fermosura! Onde foram parar na sepultura aqueles reais olhos graciosos? Ó bens…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões Chorai, Ninfas, os fados poderosos daquela soberana fermosura! Onde foram parar na sepultura aqueles reais olhos graciosos? Ó bens…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cara minha inimiga, em cuja mão pôs meus contentamentos a ventura, faltou te a ti na terra sepultura, porque…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cantando estava um dia bem seguro quando, passando, Sílvio me dizia (Sílvio, pastor antigo, que sabia pelo canto das…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cá nesta Babilónia, donde mana matéria a quanto mal o mundo cria; cá onde o puro Amor não tem…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Bem sei, Amor, que é certo o que receio; mas tu, porque com isso mais te apuras, de manhoso…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Arvore, cujo pomo, belo e brando, natureza de leite e sangue pinta, onde a pureza, de vergonha tinta, está…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem mo diria? Se porventura estarão…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aquela que, de pura castidade, de si mesma tomou cruel vingança por üa breve e súbita mudança, contrária a…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aquela fera humana que enriquece sua presuntuosa tirania destas minhas entranhas, onde cria Amor um mal que falta quando…