Quererdes profano Amor (1595)
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a üa mulher que foi açoutada por um homem de apelido Quaresma, na Índia MOTO: Não estejais agravada,…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Obras Literárias » Página 129
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a üa mulher que foi açoutada por um homem de apelido Quaresma, na Índia MOTO: Não estejais agravada,…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Esparsa a um fidaldo, na Índia, que lhe tardava com uma camisa galante, que lhe prometera Quem no mundo…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Trovas que o Autor mandou da cadeia em que o tinha embargado por üa dívida Miguel Roiz, «Fios-Secos» de…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a esta cantiga alheia: Vida da minh’alma não vos posso ver: isto não é vida para se sofrer!…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este moto: Ojos, herido me habéis, acabad ya de matarme; mas, muerto, volve á mirarme, por que…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Glosa ao mesmo moto Posible es a mi cuidado poderme hacer satisfecho, si fuera posible al hado hacer no…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este cantar velho: Coifa de beira me namorou Joane. VOLTAS por cousa tão pouca andas namorado? Amas…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este vilancete pastoril -Deus te salve, Vasco amigo Não me falas ? Como assi ? -Bofé, Gil,…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Glosa a este moto alheio: Minha alma, lembrai-vos dela. Pois o ver-vos tenho em mais que mil vidas que…