Desque una vez miré (1616)
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Glosa a este moto: ¿Qué veré que me contente? Desque una vez miré, Señora, vuestra beldad, jamás por mi…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Obras Literárias » Página 134
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Glosa a este moto: ¿Qué veré que me contente? Desque una vez miré, Señora, vuestra beldad, jamás por mi…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Glosa a esta Trova de Boscão: Justa fué mi perdición, de mis males soy contento; ya no espero galardón,…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Glosa a este moto de Francisco de Morais: Triste vida se me ordena, pois quer vossa condição que os…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este moto seu: Pois me faz dano olhar-vos não quero, por não perder-vos que ninguém me veja…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este moto: A alma que está ofrecida a tudo, nada lhe é forte; assi passa o bem…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Trovas a üa Dama Dama d’estranho primor, se vos for pesada minha firmeza, olhai não me deis tristeza, porque…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga à tenção de Miraguarda MOTO: Ver, e mais guardar de ver outro dia, quem o acabaria ? VOLTAS…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este moto: Quem ora soubesse onde o Amor nasce, que o semeasse! VOLTAS D’amor e seus danos…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a esta cantiga alheia: Tende-me mão nele qu’um real me deve I VOLTAS Cum real de amor, dous…