Debaixo desta pedra esta metido (1595)
Sonetos de Luís Vaz de Camões À sepultura de D. Fernando de Castro Debaixo desta pedra está metido, das sanguinosas armas descansado, o capitão ilustre,…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões À sepultura de D. Fernando de Castro Debaixo desta pedra está metido, das sanguinosas armas descansado, o capitão ilustre,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De vós me aparto, ó vida! Em tal mudança, sinto vivo da morte o sentimento. Não sei para que…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cousas altas…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De tão divino acento e voz humana, de tão doces palavras peregrinas, bem sei que minhas obras não são…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Dai me üa lei, Senhora, de querer vos, que a guarde, sô pena de enojar vos; que a fé…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Correm turvas as águas deste rio, que as do Céu e as do monte as enturbaram; os campos florecidos…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Conversação doméstica afeiçoa, ora em forma de boa e sã vontade, ora de üa amorosa piedade, sem olhar qualidade…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como quando do mar tempestuoso o marinheiro, lasso e trabalhado, d’um naufrágio cruel já salvo a nado, só ouvir…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como fizeste, Pórcia, tal ferida? Foi voluntária, ou foi por inocência? —Mas foi fazer Amor experiência se podia sofrer…