Na metade do Céu subido ardia (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Na metade do Céu subido ardia o claro, almo Pastor, quando deixavam o verde pasto as cabras, e buscavam…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões Na metade do Céu subido ardia o claro, almo Pastor, quando deixavam o verde pasto as cabras, e buscavam…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Na desesperação já repousava o peito longamente magoado, e, com seu dano eterno concertado, já não temia, já não…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Memória de meu bem, cortado em flores por ordem de meus tristes e maus Fados, deixai-me descansar com meus…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Lindo e sutil trançado, que ficaste em penhor do remédio que mereço, se só contigo, vendo te, endoudeço, que…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Lembranças saudosas, se cuidais de me acabar a vida neste estado, não vivo com meu mal tão enganado, que…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Lembranças que lembrais meu bem passado para que sinta mais o mal presente, deixai-me (se quereis) viver contente, não…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Julga-me a gente toda por perdido, vendo-me, tão entregue a meu cuidado, andar sempre dos homens apartado, e dos…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Já não sinto, Senhora, os desenganas com que minha afeição sempre tratastes, nem ver o galardão que me negastes,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Já não sinto, Senhora, os desenganas com que minha afeição sempre tratastes, nem ver o galardão que me negastes,…