Delírio – Olavo Bilac
Olavo Bilac Nua, mas para o amor não cabe o pejo Na minha a sua boca eu comprimia. E, em frêmitos carnais, ela dizia: –…
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Olavo Bilac Nua, mas para o amor não cabe o pejo Na minha a sua boca eu comprimia. E, em frêmitos carnais, ela dizia: –…
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Vinícius de Moraes Depois da Guerra vão nascer lírios nas pedras, grandes lírios cor de sangue, belas rosas desmaiadas. Depois da Guerra vai haver fertilidade,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Despois que quis Amor que eu só passasse quanto mal já por muitos repartiu, entregou me à Fortuna, porque…
Nesse sopro de vida Vivemos de tudo Tudo depende do nosso querer, Podemos nos dar bem com todos, Mesmo que às vezes, for preciso…
Vinícius de Moraes (Chico Buarque e Vinícius de Moraes) Sim, vai e diz, diz assim Que eu chorei, que eu morri de arrependimento Que o…
Mário de Andrade Abancado à escrivaninha em São Paulo Na minha casa da rua Lopes Chaves De supetão senti um friúme por dentro. Fiquei trêmulo,…
Gregório de Matos A cada canto um grande conselheiro, que nos quer governar cabana, e vinha, não sabem governar sua cozinha, e podem governar o…
Gregório de Matos Três dúzias de casebres remendados, Seis becos, de mentrastos entupidos, Quinze soldados, rotos e despidos, Doze porcos na praça bem criados. Dois…