De um tão felice engenho produzido (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cousas altas…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Página 68
Sonetos de Luís Vaz de Camões De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cousas altas…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este moto seu: Pois me faz dano olhar-vos não quero, por não perder-vos que ninguém me veja…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De vós me aparto, ó vida! Em tal mudança, sinto vivo da morte o sentimento. Não sei para que…
Sonetos de Luís Vaz de Camões À sepultura de D. Fernando de Castro Debaixo desta pedra está metido, das sanguinosas armas descansado, o capitão ilustre,…
Machado de Assis Os antigos freqüentadores do Café Carceller hão de recordar-se de um velho que ali ia todas as manhãs às oito horas, almoçava,…
Gregório de Matos De dois ff se compõe esta cidade a meu ver: um furtar, outro foder. Recopilou-se o direito, e quem o recopilou com…
Vinícius de Moraes Ah, não tente explicar Nem se desculpar Nem tente esconder Se vem do coração Não tem jeito, não Deixa acontecer O amor…
Olavo Bilac X Deixa que o olhar do mundo enfim devasse Teu grande amor que é teu maior segredo! Que terias perdido, se, mais cedo,…
Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: Novo Parto Eusebiozinho Flor de Rapaz Problema Matrimonial A Namorada O Vestido de Noiva O Ladrão…