Pinta-me a Curva
Olavo Bilac XXVIII Pinta-me a curva destes céus … Agora, Erecta, ao fundo, a cordilheira apruma: Pinta as nuvens de fogo de uma em uma,…
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Olavo Bilac XXVIII Pinta-me a curva destes céus … Agora, Erecta, ao fundo, a cordilheira apruma: Pinta as nuvens de fogo de uma em uma,…
Olavo Bilac Às vezes, uma vida abominanda Vives no sono, em que a hórrida matula Dos íncubos e súcubos te manda O eco do inferno…
Olavo Bilac Falei tanto de amor!… de galanteio, Vaidade e brinco, passatempo e graça, Ou desejo fugaz, que brilha e passa No relâmpago breve com…
Olavo Bilac As palavras do amor expiram como os versos, Com que adoço a amargura e embalo o pensamento: Vagos clarões, vapor de perfumes dispersos,…
Olavo Bilac Pátria, latejo em ti, no teu lenho, por onde Circulo! e sou perfume, e sombra, e sol, e orvalho! E, em seiva, ao…
Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: A Morte de Tapir A Gonçalves Dias Guerreira Para a Rainha Dona Amélia de Portugal A…
Olavo Bilac XXVII Ontem – néscio que fui! – maliciosa Disse uma estrela, a rir, na imensa altura: “Amigo! uma de nós, a mais formosa…
Olavo Bilac XXVII Ontem – néscio que fui! – maliciosa Disse uma estrela, a rir, na imensa altura: “Amigo! uma de nós, a mais formosa…
Olavo Bilac XX Olha-me! O teu olhar sereno e brando Entra-me o peito, como um largo rio De ondas de ouro e de luz, límpido,…