Fábula de um Arquiteto
João Cabral de Melo Neto A arquitetura como construir portas, de abrir; ou como construir o aberto; construir, não como ilhar e prender, nem construir…
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João Cabral de Melo Neto A arquitetura como construir portas, de abrir; ou como construir o aberto; construir, não como ilhar e prender, nem construir…
João Cabral de Melo Neto Difícil ser funcionário Nesta segunda-feira. Eu te telefono, Carlos Pedindo conselho. Não é lá fora o dia Que me deixa…
João Cabral de Melo Neto Certo dia, não se levanta porque quer demorar na cama. No outro dia ele diz por que: é porque lhe…
João Cabral de Melo Neto 1. Catar feijão se limita com escrever: joga-se os grãos na água do alguidar e as palavras na folha de…
João Cabral de Melo Neto Pois que reinaugurando essa criança pensam os homens reinaugurar a sua vida e começar novo caderno, fresco como o pão…
João Cabral de Melo Neto A Poesia te escrevia: flor! conhecendo que és fezes. Fezes como qualquer. gerando cogumelos (raros, fragéis, cogu- melos) no úmido…
João Cabral de Melo Neto A Antônio Houaiss Eu vi Manolo Gonzáles e Pepe Luís, de Sevilha: precisão doce de flor, graciosa, porém precisa. Vi…
João Cabral de Melo Neto A atmosfera que te envolve atinge tais atmosferas que transforma muitas coisas que te concernem, ou cercam. E como as…
João Cabral de Melo Neto Mulher. Mulher e pombos. Mulher entre sonhos. Nuvens nos seus olhos? Nuvens sob seus cabelos. (A visita espera na sala;…