Selvagem – Tomás Vieira da Cruz
Tomás Vieira da Cruz Ninguém, ninguém, ninguém me queira mais; podem trazer-me tudo quanto existe: as pérolas de Ofir e as irreais ilusões que contentam…
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Tomás Vieira da Cruz Ninguém, ninguém, ninguém me queira mais; podem trazer-me tudo quanto existe: as pérolas de Ofir e as irreais ilusões que contentam…
Tomás Vieira da Cruz Coqueiros esguios – leques ao vento abanando a Ilha. Um dongo flutua na baia. E ela, a negra maravilha condecorada com…
Tomás Vieira da Cruz Mulata da minha alma batuque dos meus sentidos, meus nervos encandecidos vibram por ti, sem ter calma. Por isso vou á…
Tomás Vieira da Cruz Não sei, por estas noites tropicais, o que me encanta… Se é o luar que canta ou a floresta aos ais.…
Tomás Vieira da Cruz Filha de branco que morreu na guerra e de uma preta linda do Libolo, o teu olhar até de noite encerra…
Tomás Vieira da Cruz Os teus defeitos são graças que mais me prendem, querida… Mistério de duas raças que se encontraram na vida. E, no…
Tomás Vieira da Cruz Quitanda de fruta verde, dá-me um gomo de laranja para matar a sede. Ou, então, será melhor dar-me um veneno qualquer…
Tomás Vieira da Cruz Ali, na rua do Carmo um coqueiro ficou abandonado quando destruiram a casa velha a que deu sombra. E onde um…
Machado de Assis I Contam-se histórias antigas Pelas terras de além-mar, De moças e de princesas, Que amor fazia matar. Mas amor que entranha n’alma…