Aqueles claros olhos que chorando (1860)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem mo diria? Se porventura estarão…
Início » Linguagens e Códigos » Página 39
Sonetos de Luís Vaz de Camões Aqueles claros olhos que chorando ficavam quando deles me partia, agora que farão? Quem mo diria? Se porventura estarão…
Pablo Neruda Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento. Fosforesce a lua sobre as águas errantes. Andam dias iguais a perseguir-se. Define-se a névoa em…
O nome Arcadismo vem de uma região grega chamada Arcádia e que foi transformada, pela literatura, em um paraíso para a vida campestre e era…
Junqueira Freire Arda de raiva contra mim a intriga, Morra de dor a inveja insaciável; Destile seu veneno detestável A vil calúnia, pérfida inimiga. Una-se…
Vinícius de Moraes Inelutavelmente tu Rosa sobre o passeio Branca! e a melancolia Na tarde do seio As cássias escorrem Seu ouro a teus pés…
Vinícius de Moraes Quando, aquela noite, na sala deserta daquela casa cheia de montanha em tomo O tempo convergiu para a morte e houve uma…
Crônica do Viver Baiano Seiscentista OPÚSCULO DE GREGÓRIO DE MATTOS E GUERRA, POETA, AO TEMPO EM QUE, HOMEM BENEMÉRITO, FOI JUIZ DO CRIME E DE…
I A Arraia-miúda O sino das ave-marias ou da oração, tinha dado na torre da Sé a última badalada, e pelas frestas e portas dessa…
Um aperto no peito Você sabe que errou Mas como consertar O que já machucou? Arrependimento É pedir perdão Para quem mentimos Aliviar o coração.…