Senhora Dona Bahia
Gregório de Matos “Ninguém vê, ninguém fala, nem impugna, e é que, quem o dinheiro nos arranca, nos arranca as mãos, a língua, os olhos.”…
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Gregório de Matos “Ninguém vê, ninguém fala, nem impugna, e é que, quem o dinheiro nos arranca, nos arranca as mãos, a língua, os olhos.”…
Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: A Umas saudades (257) 2º Soneto À morte de Afonso Barbosa da Franca (327) 1º Soneto…
Gregório de Matos 1. Pois os prados, as aves, as flores ensinam amores, carinhos, e afetos: venham correndo aos anos felizes, que hoje festejo: Porque…
Gregório de Matos Oh não te espantes não, notomia, Que se atreva a Bahia Com oprimida voz, com plectro esquio Cantar ao mundo teu rico…
Gregório de Matos Que falta nesta cidade?…………….Verdade Que mais por sua desonra?………..Honra Falta mais que se lhe ponha……….Vergonha. O demo a viver se exponha, Por…
Gregório de Matos Três dúzias de casebres remendados, Seis becos, de mentrastos entupidos, Quinze soldados, rotos e despidos, Doze porcos na praça bem criados. Dois…
Gregório de Matos A cada canto um grande conselheiro, que nos quer governar cabana, e vinha, não sabem governar sua cozinha, e podem governar o…
Gregório de Matos De dois ff se compõe esta cidade a meu ver: um furtar, outro foder. Recopilou-se o direito, e quem o recopilou com…
Gregório de Matos Não sei, para que é nascer neste Brasil empestado um homem branco, e honrado sem outra raça. Terra tão grosseira, e crassa,…