De um tão felice engenho produzido (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cousas altas…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões De um tão felice engenho, produzido de outro, que o claro Sol não viu maior, é trazer cousas altas…
Sonetos de Luís Vaz de Camões De tão divino acento e voz humana, de tão doces palavras peregrinas, bem sei que minhas obras não são…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Dai me üa lei, Senhora, de querer vos, que a guarde, sô pena de enojar vos; que a fé…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Correm turvas as águas deste rio, que as do Céu e as do monte as enturbaram; os campos florecidos…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Conversação doméstica afeiçoa, ora em forma de boa e sã vontade, ora de üa amorosa piedade, sem olhar qualidade…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como quando do mar tempestuoso o marinheiro, lasso e trabalhado, d’um naufrágio cruel já salvo a nado, só ouvir…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como fizeste, Pórcia, tal ferida? Foi voluntária, ou foi por inocência? —Mas foi fazer Amor experiência se podia sofrer…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Chorai, Ninfas, os fados poderosos daquela soberana fermosura! Onde foram parar na sepultura aqueles reais olhos graciosos? Ó bens…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cara minha inimiga, em cuja mão pôs meus contentamentos a ventura, faltou te a ti na terra sepultura, porque…