Ode ao Gato
Pablo Neruda Os animais foram imperfeitos, compridos de rabo, tristes de cabeça. Pouco a pouco se foram compondo, fazendo-se paisagem, adquirindo pintas, graça vôo. O…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Página 98
Pablo Neruda Os animais foram imperfeitos, compridos de rabo, tristes de cabeça. Pouco a pouco se foram compondo, fazendo-se paisagem, adquirindo pintas, graça vôo. O…
Pablo Neruda Não te quero senão porque te quero, e de querer-te a não te querer chego, e de esperar-te quando não te espero, passa…
Pablo Neruda Adeus, porém comigo serás, sempre irás dentro de uma gota de sangue que circule em minhas veias ou fora, beijo que me abrasa…
Pablo Neruda Se eu morrer, sobrevive a mim com tamanha força que acordarás as fúrias do pálido e do frio, de sul a sul, ergue…
Pablo Neruda Vês estas mãos? Mediram a terra, separaram os minerais e os cereais, fizeram a paz e a guerra, derrubaram as distâncias de todos…
Pablo Neruda Plena mulher, maçã carnal, lua quente, espesso aroma de algas, lodo e luz pisados, que obscura claridade se abre entre tuas colunas? que…
Pablo Neruda Já és minha. Repousa com teu sonho em meu sonho. Amor, dor, trabalho, devem dormir agora. Gira a noite sobre suas invisíveis rodas…
Pablo Neruda De noite, amada, amarra teu coração ao meu e que eles no sonho derrotem as trevas como um duplo tambor combatendo no bosque…
Pablo Neruda “ Amor, quantos caminhos até chegar a um beijo, que solidão errante até tua companhia! Seguem os trens sozinhos rodando com a chuva.…