O dia em que eu nasci, moura e pereça (1860)
Sonetos de Luís Vaz de Camões O dia em que eu nasci, moura e pereça, não o queira jamais o tempo dar, não torne mais…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões O dia em que eu nasci, moura e pereça, não o queira jamais o tempo dar, não torne mais…
Machado de Assis A PRETA entrou na sala de jantar, chegou-se à mesa rodeada de gente, e falou baixinho à senhora. Parece que lhe pedia…
Mário de Andrade Alturas da Avenida. Bonde 3. Asfaltos. Vastos, altos repuxos de poeira sob o arlequinal do céu oiro-rosa-verde… As sujidades implexas do urbanismo.…
Junho. Manhã de neblina. Vegetação entanguida de frio. Em todas as folhas o recamo de diamantes com que as adereça o orvalho. Passam colonos para…
Vinícius de Moraes Onde vais, elefantinho Correndo pelo caminho Assim tão desconsolado? Andas perdido, bichinho Espetaste o pé no espinho Que sentes, pobre coitado? —…
Bernardo Guimarães Que tens, caralho, que pesar te oprime que assim te vejo murcho e cabisbaixo sumido entre essa basta pentelheira, mole, caindo pela perna…
Machado de Assis Vou divulgar uma anedota, mas uma anedota no genuíno sentido do vocábulo, que o vulgo ampliou às historietas de pura invenção. Esta…
Machado de Assis PARECE-LHE ENTÃO que o que se deu comigo em 1860, pode entrar numa página de livro? Vá que seja, com a condição…
Clique nos links abaixo para navegar no capítulo desejado: POUSO PRIMEIRO O CRIME:CAPÍTULO I – O VALENTÃO CAPÍTULO II – O BATUQUE CAPÍTULO III…