Dama d’estranho primor (1595)
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Trovas a üa Dama Dama d’estranho primor, se vos for pesada minha firmeza, olhai não me deis tristeza, porque…
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Redondilhas de Luís Vaz de Camões Trovas a üa Dama Dama d’estranho primor, se vos for pesada minha firmeza, olhai não me deis tristeza, porque…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga à tenção de Miraguarda MOTO: Ver, e mais guardar de ver outro dia, quem o acabaria ? VOLTAS…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este moto: Quem ora soubesse onde o Amor nasce, que o semeasse! VOLTAS D’amor e seus danos…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a esta cantiga alheia: Tende-me mão nele qu’um real me deve I VOLTAS Cum real de amor, dous…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a este mato seu: Da alma, e de quanto tiver, quero que me despojeis, contanto que me deixeis…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Cantiga a esta cantiga velha: Falso cavaleiro ingrato, enganais-me: vós dizeis que eu vos mato, e vós matais-me. VOLTAS…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Labirinto do Autor a queixar-se do mundo Corre sem vela e sem leme o tempo desordenado, dum grande vento…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Trovas mandadas ao Vizo-Rei, com o mato anterior: Conde, cujo ilustre peito merece nome de Rei, do qual muito…
Redondilhas de Luís Vaz de Camões Volta a D. António, senhor de Cascais, que prometera a Luís de Camões seis galinhas recheadas por uma cópia…