Correm turvas as águas deste rio (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Correm turvas as águas deste rio, que as do Céu e as do monte as enturbaram; os campos florecidos…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Página 125
Sonetos de Luís Vaz de Camões Correm turvas as águas deste rio, que as do Céu e as do monte as enturbaram; os campos florecidos…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Conversação doméstica afeiçoa, ora em forma de boa e sã vontade, ora de üa amorosa piedade, sem olhar qualidade…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como quando do mar tempestuoso o marinheiro, lasso e trabalhado, d’um naufrágio cruel já salvo a nado, só ouvir…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Como fizeste, Pórcia, tal ferida? Foi voluntária, ou foi por inocência? —Mas foi fazer Amor experiência se podia sofrer…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Chorai, Ninfas, os fados poderosos daquela soberana fermosura! Onde foram parar na sepultura aqueles reais olhos graciosos? Ó bens…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cara minha inimiga, em cuja mão pôs meus contentamentos a ventura, faltou te a ti na terra sepultura, porque…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cantando estava um dia bem seguro quando, passando, Sílvio me dizia (Sílvio, pastor antigo, que sabia pelo canto das…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Cá nesta Babilónia, donde mana matéria a quanto mal o mundo cria; cá onde o puro Amor não tem…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Bem sei, Amor, que é certo o que receio; mas tu, porque com isso mais te apuras, de manhoso…