Meus Olhos – Junqueira Freire
Junqueira Freire Que vês nos meus olhos, que tanto te espantam? Que mostram de estranho, que assim te quebrantam? Um monstro as pupilas no fundo…
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Junqueira Freire Que vês nos meus olhos, que tanto te espantam? Que mostram de estranho, que assim te quebrantam? Um monstro as pupilas no fundo…
Junqueira Freire Lá corre a nuvem negra, Lá cobre a face ao céu, Qual lutuoso crepe, Qual mortuário véu. E a chuva se despenha Dos…
Junqueira Freire Beijar-te a fronte linda: Beijar-te o aspecto altivo: Beijar-te a tez morena: Beijar-te o rir lascivo: Beijar o ar, que aspiras: Beijar o…
Junqueira Freire (Hora de DelÍrio) Não, não é louco. O espírito somente É que quebrou-lhe um elo da matéria. Pensa melhor que vós, pensa mais…
Junqueira Freire Arda de raiva contra mim a intriga, Morra de dor a inveja insaciável; Destile seu veneno detestável A vil calúnia, pérfida inimiga. Una-se…
Junqueira Freire Sultana! – por que teus olhos pululam choro tão triste? No vôo de ave sinistra algum mau agouro viste? Ou dos lábios do…
Junqueira Freire Ela lhe ensinou a levantar suas mãos puras e inocentes para o céu, a dirigir seus primeiros olhares a seu Criador. Fléchier Minha…
Junqueira Freire No doce arranco Que o céu lhe abrira, Garrett ouvia Seus próprios carmes De terno amor. E aos brancos lábios Franco, improviso, Lhe…
Junqueira Freire Eu jovem freira, bem triste choro Aqui cosida co’a cruz de Deus. Aqui sozinha, ninguém não sabe Dos meus desejos, dos males meus.…