Se, despois d’esperança tão perdida (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões [À morte de D. António de Noronha] Em flor vos arrancou, de então crecida (Ah! senhor dom António!), a…
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Sonetos de Luís Vaz de Camões [À morte de D. António de Noronha] Em flor vos arrancou, de então crecida (Ah! senhor dom António!), a…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Se tomar minha pena em penitência do erro em que caiu o pensamento, não abranda, mas dobra meu tormento,…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Se de vosso fermoso e lindo gesto nasceram lindas flores para os olhos, que para o peito são duros…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Se algü’hora em vós a piedade de tão longo tormento se sentira, não consentira Amor que me partira de…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Se a Fortuna inquieta e mal olhada, que a justa lei do Céu consigo infama, a vida quieta, que…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quem vos levou de mim, saudoso estado, que tanta sem-razão comigo usastes? Quem foi, por quem tão presto me…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quem quiser ver d’Amor üa excelência onde sua fineza mais se apura, atente onde me põe minha ventura, por…
Sonetos de Luís Vaz de Camões Quem fosse acompanhando juntamente por esses verdes campos a avezinha que, despois de perder um bem que tinha, não…
Sonetos de Luís Vaz de Camões A D. Luís de Ataíde, Vizo-Rei Que vençais no Oriente tantos Reis, que de novo nos deis da Índia…