A Calçada – Cleonice Rainho
A calçada da minha rua, de pedra portuguesa, preta e branca, já se vê, que é bonita é, mas não dá pra jogar maré e…
Início » Linguagens e Códigos » Literatura » Literatura Infantil » Página 2
A calçada da minha rua, de pedra portuguesa, preta e branca, já se vê, que é bonita é, mas não dá pra jogar maré e…
Júlia Lopes de Almeida A caolha era uma mulher magra, alta, macilenta, peito fundo, busto arqueado, braços compridos, delgados, largos nos cotovelos, grossos nos pulsos;…
Tem que ser branquinha Um jardim florido De portão e janelinha E um céu colorido. A casa que eu quero Tem um lago com patinhos…
Gosto de olhar a chuva A escorregar pela rua Na esquina fazer uma curva Esconder o sol da lua. Pingos de chuva caem Pelas janelas…
= (Adaptado da obra de La Fontaine) Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro.…
À Branquinha, com carinho. É branquinha É peluda É pequenina É sortuda. Ganhou uma cenoura Ganhou uma casinha Ganhou uma vassoura Ganhou uma mesinha. A…
Na minha escola Tenho muitos amiguinhos Lá, estudamos com carinho Fazemos silêncio na hora da aula. Mas é só tocar o intervalo Para o barulho…
A escola de dona Ostra fica lá no fundo do mar. Nesta escola, as aulas são muito diferentes. O Dr. Camarão, por exemplo, dá aulas…
Monteiro Lobato Todos os tratados de xadrez descrevem a celebre partido jogada por Philidor no século XVIII, a mais romântica que ao anais enxadrísticos mencionam.…